quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Antes do amanhecer
Outro dia assisti pela quinta vez a um dos meus filmes favoritos, "Antes do Amanhecer", protagonizado pela atriz francesa Julie Delpy em 1995. Quase dez anos depois, em 2004, ela filmou a sequência planejada desde o começo - "Antes do Pôr do Sol" -, com o mesmo parceiro, Ethan Hawke. No primeiro filme, Jesse, um jovem americano, e Celine, uma estudante francesa, encontram-se casualmente no trem para Viena e logo começam a conversar. Ele a convence a desembarcar na capital austríaca e aos poucos os dois se envolvem em uma paixão crescente. Mas existe uma verdade inevitável: no dia seguinte ela irá para Paris e ele voltará aos Estados Unidos. Com isso, resta aos dois apaixonados aproveitar ao máximo o pouco tempo que terão juntos. Na sequência, uma década depois, Jesse se tornou escritor e vai lançar um livro em Paris, onde reencontra Celine por acaso. No curto tempo de uma tarde, eles passeiam pela capital francesa e falam sobre os últimos acontecimentos da vida de cada um, revivendo fortes emoções. O filme mostra que poucas horas são suficientes para deslocar emocionalmente o destino das pessoas. Um deslocamento pode se dar de várias maneiras, e minha próxima abordagem será o deslocamento que grandes paixões ou amores podem causar na vida de alguém - e como nossas vidas podem tomar rumos totalmente imprevistos a partir de um único olhar.
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Quando o distanciamento físico não implica em deslocamentos em sentimentos, a identidade da íris continua intacta e não se transforma com o tempo nem com a ausência...
ResponderExcluirFiquei reflexiva com o filme !
bjjs e tudo de bom !
Sonia
Carol querida,
ResponderExcluirAcabei de ler seu blog... inteiro.
Fiquei morrendo de vontade de ler o livro que escreveu sobre sua família.
Saiba que nestas "décadas" todas vc se tornou uma daquelas pessoas inesquecíveis. Nunca vou esquecer e jamais agradecerei o bastante o q vc fez por mim na ESPM, me defendendo (acho q vc se lembra, né?).
Um gde beijo, shukran e mabruk pelo blog.
Do amigo,
Claudio